segunda-feira, 2 de julho de 2012

27/06/2012 13:31 - Atualizado em 27/06/2012 13:31

Ministros tentam barrar projeto de jornada de enfermagem

Eduardo Bresciani


O governo federal escalou os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para tentar convencer a base a não votar um projeto que reduz de 42 para 30 horas semanais a jornada de trabalho de enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem. A proposta foi incluída na pauta da Câmara pelo presidente Marco Maia (PT-RS) após acordo com os líderes. A orientação do governo é para líderes aliados obstruírem a votação retirando quórum do plenário.

A ministra Ideli afirmou que o governo é contra a proposta pelo impacto nas contas públicas em tempos de crise econômica internacional. "A posição é muito clara de não votar matéria que tenha grande impacto por conta da crise, que tudo leva a crer que será longa", disse, ao deixar a reunião com os líderes. "O problema desse projeto é que tem impacto nas contas federais, dos municípios, dos Estados, da iniciativa privada e das entidades filantrópicas", completou.

Coordenador da bancada da Saúde na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) divulgou um estudo que prevê um impacto de R$ 7,2 bilhões ao ano com a aprovação do projeto porque seria necessário contratar mais 30% de profissionais para manter o mesmo serviço prestado atualmente. O cálculo inclui gastos do setor privado. De acordo com ele, o maior impacto seria sobre as prefeituras e as Santas Casas. "O projeto é justo, mas o impacto é muito grande e abala o SUS", resumiu.

A secretária do Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), Glória Maria de Carvalho, disse que a categoria luta pela redução de jornada desde os anos 80. Ela destacou que a redução para 30 horas já foi concedida a assistentes sociais e fisioterapeutas. Glória disse que a proposta foi aprovada pelo Congresso e vetada duas vezes, pelos presidentes João Figueiredo e Fernando Henrique Cardoso, e que haveria um compromisso da presidente Dilma Rousseff, assinado durante a campanha, garantindo que não vetaria a proposta. A ministra Ideli disse não ter informação sobre esse compromisso.

A tentativa de votar a proposta é mais um recado da base ao governo. Insatisfeitos com o baixo volume na liberação de emendas parlamentares e com a falta de interlocução com o Palácio do Planalto, deputados governistas tentam constranger o Executivo incluindo na pauta propostas que não agradam ao governo federal. Ideli não quis polemizar sobre o descontentamento dos aliados. "Tem que perguntar isso aos líderes."

FONTE: Hoje em dia

quinta-feira, 21 de junho de 2012

23/02/2012

Velho antibiótico pode ser nova arma contra tuberculose


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O antibiótico doxiciclina, usado desde 1967 contra uma série de bactérias, pode ser a nova arma contra a tuberculose. Um novo estudo publicado no periódico American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, sugere que o antibiótico pode impedir a tuberculose de causar danos ao pulmão. O resultado é impressionante porque o remédio é usado há 40 anos, mas não havia sido considerado ainda como eficiente contra a tuberculose.
Por ano, mais de 1,5 milhão de pessoas morrem por causa da tuberculose. De acordo com os autores do estudo, cada vez mais, a doença se mostra resistente aos antibióticos comumente usados para tratá-la. É por isso que pesquisadores ao redor do mundo tentam descobrir formas de combatê-la. Em 2011, uma equipe de cientistas da Imperial College London descobriu que a tuberculose aumenta a produção de uma enzima chamada MMP-1. Essa enzima é responsável por destruir o tecido do pulmão. Uma das formas de combater a doença é impedir a produção dessa enzima para minimizar os danos ao órgão.

Agora, os especialistas descobriram, em testes in vitro, que a doxiciclina impede a produção da MMP-1 em células humanas infectadas com tuberculose. A equipe também percebeu que o antibiótico inibe o crescimento da bactéria da doença em cobaias. "O tratamento da tuberculose não sofreu alteração por mais de 30 anos e cepas resistentes aos remédios estão surgindo. Por isso precisamos de alternativas", disse Paul Elkington, chefe da pesquisa. "Como a doxiciclina é barata, segura e amplamente disponível em países subdesenvolvidos, ela pode ser útil no tratamento", disse.

Os resultados da pesquisa são promissores, mas os cientistas vão precisar ampliar o estudo. No momento, os resultados mostram eficácia apenas em células humanas in vitro e modelos animais. "Esperamos realizar um teste clínico em breve para testar se a doxiciclina é eficiente no combate da tuberculose em pacientes."

Fonte: Veja Online




28/01/2012 - 16h15

Tratamento com luz é testado contra micose de unha

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Pesquisadores do Instituto de Física da USP de São Carlos estão testando a terapia fotodinâmica para combater a insistente e quase imbatível micose de unha.
Dois protótipos de aparelhos foram desenvolvidos na USP, cada um com um comprimento de onda específico. Também foram testados dois medicamentos fotossensíveis, para saber qual combinação de luz e remédio tem mais eficácia.
Eles chegaram à conclusão de que a luz azul e um remédio com curcuminoide, derivado do açafrão, tiveram os melhores resultados. A técnica foi patenteada.
O objetivo é fazer parcerias com indústrias para fabricar o aparelho e disponibilizar a terapia de forma acessível.
A explicação para os resultados positivos obtidos até agora é que a combinação de luz e medicamento fotossensível gera espécies reativas de oxigênio que são tóxicas para os fungos.
Os pesquisadores trataram 40 pessoas por seis meses em São Paulo, começaram um novo grupo com outras 40 em São Carlos e devem selecionar ainda mais pessoas em Ribeirão Preto.
Do primeiro grupo, em tratamento há mais tempo, dez conseguiram se livrar da micose, segundo a farmacêutica Ana Paula da Silva, que estuda o tratamento.
"A maioria dos pacientes que tratamos já testou de tudo e os fungos estão resistentes ao remédio. Alguns têm até 30 anos de lesão, e chegam descrentes", conta.
Editoria de Arte/Folhapress

Em pacientes com micose em estágio inicial foram necessárias seis sessões. Em casos mais graves, diz Silva, o problema pode ser eliminado em menos de um ano.
Segundo a farmacêutica, uma vantagem da terapia com luz é que os micro-organismos não criam resistência, ao contrário do tratamento com antifúngicos. "O remédio oral é eficaz, mas pode causar danos no fígado. Pessoas com problemas de imunidade não podem usá-lo."
Ela diz também que a terapia fotodinâmica existente hoje é muito cara. Ainda não há expectativa de preço nem do aparelho nem da sessão, mas a orientadora do projeto, Natalia Mayumi Inada, diz que já é possível afirmar que ele será mais barato do que as máquinas usadas hoje.
Inada lembra que o grupo já desenvolveu um aparelho para tratar câncer de pele que custa R$ 15 mil (o importado vale cerca de R$ 90 mil).
Mas, segundo Ricardo Romiti, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e dermatologista do Hospital das Clínicas da USP, apesar de requerer acompanhamento para monitorar riscos para o fígado, o medicamento via oral é bem tolerado.
"Muitos trabalhos mostram que o tratamento com luz é frustrante porque a radiação não é suficiente para matar os fungos."
Romiti diz que soluções líquidas ou esmaltes medicinais só funcionam em micose superficial ou inicial.
O dermatologista afirma que o tratamento convencional é mesmo demorado -leva de três a seis meses. Se a micose estiver embaixo da unha ou começar na raiz dela, a cura é ainda mais difícil.
"É frequente a pessoa se curar e depois se contaminar de novo. Ou achar que está bem e interromper a terapia."

FONTE: folha de SP


30/01/2012 - 10h42

Pressão arterial deve ser medida nos dois braços, diz estudo

DE SÃO PAULO

Atualizado em 31/01/2012 às 11h35.
Medir a pressão dos dois braços não é uma prática comum entre médicos e enfermeiros, mas deveria ser.
Uma revisão de 28 estudos mostra que a diferença de 15 mmHg ou mais entre a pressão sistólica dos dois braços representa um risco 70% maior de morte por doença cardíaca, como infarto. A pesquisa foi publicada na revista médica "Lancet".
A pressão sistólica é a mais alta -em caso de valores normais, a sistólica é 12 e a diastólica, oito. Uma diferença de 15 mmHg poderia significar que, em um braço, a pressão seria de 12 e no outro, 13,5.
A diferença pode indicar doença vascular periférica (endurecimento ou afunilamento das artérias das pernas e dos pés) e risco de doença cardiovascular cerebral, que pode causar demência.
Editoria de arte/folhapress
Segundo Celso Amodeo, cardiologista especialista em hipertensão do HCor (Hospital do Coração), pressões diferentes podem indicar um bloqueio em um dos lados do corpo por causa de uma placa de gordura nos vasos.
A medida da pressão nos dois braços pode identificar pacientes com alto risco de doença vascular sem sintomas, dizem os autores da revisão, da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
Eles afirmam que essa prática, preconizada pelas diretrizes dos EUA e do Reino Unido, não é seguida pela maioria dos médicos.
O mesmo acontece no Brasil, segundo os especialistas.
A diretriz no país diz que as medidas devem ser obtidas nos dois braços e, se houver diferença de 20 mmHg, as causas devem ser investigadas, de acordo com Weimar Barroso de Souza, presidente do departamento de hipertensão arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
"O problema é que essa recomendação não é muito seguida. É importante que estudos como esse venham à tona até para as pessoas cobrarem esse tipo de cuidado."
Ele afirma, no entanto, que a medição "dupla" só é necessária na primeira consulta. "Não é preciso fazer isso todas as vezes. Se você conhece o paciente, já sabe que em tal braço a pressão é maior e é aquele que você vai acompanhar", afirma.
Ele lembra ainda que sempre vai haver uma diferença entre a pressão dos dois braços, mas ela deve ser menor que 15 mmHg.
"Com o estudo ligando a diferença a um risco cardiovascular maior, a recomendação de medir a pressão nos dois braços fica mais forte", afirma Décio Mion, nefrologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão.



TRATAMENTO
Em caso de diferença, o primeiro passo é identificar por que há essa alteração. "Pode ser por causa do estreitamento dos vasos das pernas, porque a pessoa já teve derrame ou infarto, por pressão alta não tratada ou outros fatores de risco, como o tabagismo", afirma Mion.
Souza diz que os primeiros cuidados são a alteração desses fatores, como mudar a alimentação e parar de fumar. Depois, o médico pode recorrer ao tratamento adequado das doenças associadas que pioram o quadro, como diabetes e colesterol alto.
Segundo Amodeo, medir a pressão nos dois braços faz parte da investigação médica correta e deveria ser feita em todos os pacientes, independentemente de idade e risco de doenças cardiovasculares.
Ele afirma que o médico deve apalpar os pulsos e, se houver uma diferença notável, é provável que as pressões serão diferentes também. Nesse caso, o ideal é que o médico meça também a pressão das pernas, para não deixar passar uma obstrução de artéria nos membros inferiores.

FONTE: folha de SP

Diabetes pré-gravidez quadruplica risco de problemas em bebês, diz estudo

Atualizado em  6 de fevereiro, 2012 - 10:44 (Brasília) 12:44 GMT
Foto: BBC
Médicos aconselham grávidas a procurar médico antes de tentar engravidar
Mães que sofrem de diabetes têm risco quatro vezes mais elevado de dar à luz bebês com má-formações, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha.
A pesquisa da Universidade de Newcastle, publicada na revista cientìfica Diabetologia, analisou mais de 400 mil gestações no nordeste da Inglaterra entre 1996 e 2008.
A conclusão é de que a diabetes aumenta as chances de os filhos nascerem com má-formações tais como problemas cardíacos congênitos e mielomeningocele, ou espinha bífida, o fechamento incompleto do canal da coluna vertebral.
Os médicos já aconselham as mulheres a controlar o nível de açúcar no sangue antes de tentar engravidar. Na Grã-Bretanha, essa recomendação é de que o nível de açúcar fique abaixo de 6,1% antes da gravidez.
Tanto a diabetes tipo 1, que tende a aparecer na infância, e tipo 2, majoritariamente em decorrência da alimentação, levam a problemas de controle do nível de açúcar no sangue, e podem ter como consequência problemas de nascença, aborto e excesso de peso do bebê.

Nivel de Açúcar x Risco de anomalia

6,1%1 em 34
7%1 em 26
8%1 em 17
9%1 em 12
10%1 em 9
Na pesquisa da universidade britânica, 1.677 das 401.149 mulheres pesquisadas tinham diabetes.
Nestas, observaram os pesquisadores, os riscos de defeitos de nascença eram de 72 em cada mil nascimentos, contra 19 em cada mil entre as mulheres sem diabetes preexistente.
Segundo o estudo, o nível de açúcar antes da gravidez é "o fator mais importante" possível de ser controlado pela mãe para evitar anomalias, que normalmente aparecem nas primeiras quatro ou seis semanas.
A coordenadora da pesquisa, Ruth Bell, disse que o número de gestações ocorrendo com pouco controle dos níveis de açúcar "é mais do que o desejável".
"É um problema quando a gravidez não é planejada ou quando as pessoas não estão cientes de que precisam de acompanhamento médico antes da gravidez", afirmou.
Para Bell, entretanto, "a boa notícia é que, com acompanhamento médico antes e durante a gravidez, a maioria das mulheres com diabetes poderá ter um bebê saudável".

FONTE: BBC Brasil-Notícias

Identificado anticorpo humano que mata vírus da dengue em duas horas

Anticorpo extraído de pacientes recuperados da infecção pelo vírus pode ser nova arma para o controle da doença



Cientistas da National University of Singapore identificaram um anticorpo humano capaz de neutralizar e matar o vírus da dengue dentro de duas horas.
A pesquisa abre portas para novas terapias e para a cura de pacientes infectados com a doença que mata 20 mil pessoas por ano, muitas delas crianças.
Ao estudar um grupo de linhas celulares de pacientes de Singapura recuperados da dengue ao longo de um período de dois anos, a equipe identificou um anticorpo recombinante que pode se unir fortemente a uma parte específica do vírus da dengue e o impedir de atacar outras células.
O anticorpo destroi o vírus a uma velocidade muito mais rápida que os compostos anti-dengue existentes e parece capaz de matar todas as quatro estirpes conhecidas do vírus da dengue de subtipo 1.
Segundo os pesquisadores, o anticorpo neutraliza o vírus da dengue, antes mesmo que ele possa ter a chance de infectar qualquer célula.
Em experimentos com camundongos, eles observaram como o anticorpo se estendeu através das proteínas da superfície do vírus bloqueando sua ação. "Quando o vírus quer infectar as células, ele precisa respirar e expandir, por isso as proteínas de sua superfície sofrem ligeiras alterações, mas este anticorpo liga-se a essas proteínas, então elas não podem ser alteradas. O vírus é incapaz de infectar", explica a pesquisadora Lok Shee-Mei.
"Sabíamos que o anticorpo existia baseado no fato de que a maioria dos pacientes se recupera naturalmente a partir de infecção por dengue, mas as chances de encontrá-lo seria como encontrar uma agulha num palheiro. Estamos muito animados com esse avanço. Isso representa a melhor terapia candidata atualmente para a dengue e, assim, é provável que seja o primeiro passo no tratamento de pacientes infectados que atualmente não passam por nenhum medicamento específico", afirma o pesquisador Paul Macary.
A equipe acredita que, por ser um anticorpo totalmente humano, é provável que não a terapia não efeitos colaterais graves.
Eles planejam agora um ensaio clínico nos próximos meses e esperam que uma terapia esteja disponível nos próximos 6 a 8 anos.

FONTE: isaude

quarta-feira, 20 de junho de 2012


Japão

Cientistas criam fígado a partir de células-tronco

Procedimento renova esperança de que no futuro será possível desenvolver órgãos artificiais e transplantá-los em pacientes

Cientistas japoneses criaram um fígado humano a partir de células-tronco
Cientistas japoneses criaram um fígado humano a partir de células-tronco (Getty Images)
Cientistas japoneses anunciaram nesta sexta-feira que conseguiram criar um fígado humano a partir de células-tronco. O sucesso do procedimento renova a  esperança de que no futuro seja possível desenvolver órgãos artificiais e transplantá-los em pacientes.

Saiba mais

CÉLULA-TRONCO
Célula capaz de se transformar (se diferenciar) em outra célula ou tecido especializado do corpo. Pode se replicar muitas vezes, diferente de outras células, como as do cérebro ou músculo. 
CÉLULA-TRONCO PLURIPOTENTE INDUZIDA (iPS)
Célula adulta especializada que foi reprogramada geneticamente para o estágio de célula-tronco embrionária. Pode se transformar em qualquer tecido do corpo. Elas são obtidas por meio da reprogramação genética de células adultas. Uma célula somática (não envolvida diretamente na reprodução), como a da pele, pode "voltar" a um estágio similar ao de célula-tronco embrionária pela adição de alguns genes. Esses genes são transportados com a ajuda de vírus.
Uma equipe de cientistas dirigida pelo professor Hideki Taniguchi, da Universidade de Yokohama, transplantou células-tronco pluripotentes induzidas (iPS) no corpo de um rato. Ali, elas cresceram até se converterem em um pequeno, mas funcional, fígado humano.
Células-tronco são frequentemente retiradas de embriões, que são então descartados, prática que enfrente objeções na comunidade acadêmica e na sociedade. Já as células iPS podem ser extraídas de indivíduos adultos. O resultado alcançado da pesquisa foi divulgado no jornal japonês Yomiuri Shimbune será apresentado em uma conferência acadêmica que acontecerá no Japão na próxima semana.
Experimento — A equipe do professor Taniguchi transplantou as células iPS na cabeça de um rato para aproveitar o alto fluxo de sangue do cérebro. Depois disso, segundo relatam os cientistas, as células iPS se transformaram em um fígado humano de cinco milímetros, capaz de produzir proteínas humanas e de decompor medicamentos.
O jornal Yomiuri Shimbun divulgou que a descoberta da equipe de Taniguchi é uma "ponte importante entre a pesquisa básica e a aplicação clínica, mas encara vários desafios antes de ser colocada em prática". Taniguchi não quis se pronunciar sobre o assunto antes da apresentação do trabalho no evento científico, que acontecerá na próxima semana.

As células iPS foram descobertas em 2006 por duas equipes distintas, uma dos Estados Unidos e outra do Japão.
(Com Agência France-Presse)

FONTE: Veja